Somos gente, somos mente,
Somos corpo, quiçá espírito.
Somos grito que sussurra as
quatro cantos,
Somos prantos sorrisos e
alegrias.
Somos a construção e também
os engenheiros.
Passageiros de uma só
embarcação.
Somos vida, somos morte,
Sem precisar se sorte,
Muito menos de azar.
Os nossos braços servem de
abrigo,
Para o amigo que enfrenta a
tempestade.
Não somos metade, nem um
todo fechado,
E nem um cadeado,
Que precisa de uma chave.
Somos tantos que já nem sei
ao certo,
É como dizia Humberto:
“Somos quem podemos ser,
Sonhos que podemos ter”,
Que nunca foram,
Nem tiveram!
– Carlos I. Gomes.
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